A presente partida foi jogada em meados de 1971 com o valoroso damista Servilio C. Santos e seguiu até o trigésimo lance terminando com um empate.
Brancas: Servílio
Pretas: Luiz Lailo
1. c3-d4 d6-c5 2. g3-h4 c7-d6 3. h2-g3 b6-a5 4. d4:b6 a5:c7
5. a3-b4 a7-b6 6. b4-a5 f6-e5 7. e3-f4 g7-f6 8. b2-a3 b6-c5
9. a1-b2 e5-d4 10. d2-e3 f8-g7 11. a3-b4 c5:a3
12. e3:c5 d6:b4 13. a5:c3 e7-d6 14. f2-e3 f6-e5
15. g1-h2 c7-b6 16. e1-d2 b6-c5 17. c3-b4 c5-d4
Nunca mais tinha visto essa partida e hoje, quase 38 anos depois, sinto que o lance c5-d4 afrouxou a tensão no meio do tabuleiro. Numa posição complicada a corda pode arrebentar para qualquer dos lados mas tive a impressão de que as pretas possuiam mais folga do seu lado direito. Quem tiver tempo disponível e quiser pesquisar essa linha nós agradecemos.
18. e3:e7 d8:f6 19. f4:d6 a3:e7 20. b2-c3 e7-d6
21. d2-e3 d6-c5 22. c1-b2 b8-a7 23. b2-a3 a7-b6
24. g3-f4 f6-g5 25. h4:f6 g7:g3 26. h2:f4 b6-a5
27. c3-d4 h8-g7 28. d4:b6 a5:c7 29. e3-d4 g7-f6
30. a3-b4 c7-b6 Empate

Janeiro 17, 2009 às 2:21 am
gosto muito de jogar dama e gostei do blog, e se vc podesse colocar um resumo sobre todas as aberturas , como os pontos fraco e forte de cada uma como atacar e se defender nas aberturas , e se você poder também colocar um resumo do livro do Waldemar Bakumenko ou livro sobre damas , ou então um link para o download do livro.
obrigado!!!!!!!
Janeiro 17, 2009 às 7:43 am
Prezado Paulo,
Eu sou de um tempo antigo, joguei com Geraldino Izidoro e enviava partidas para serem publicadas na coluna do Waldemar Bakumenko na Gazeta Esportiva de São Paulo. Mas simplesmente parei de jogar e estou completamente fora de forma. Dizem que quem foi rei não perde a majestada. No jogo de damas não é bem assim. Então, com algum esforço, eu poderia procurar na internet algumas aberturas e publicar. Dar opinião sobre vantagens e desvantagens de cada uma, já escapa à minha capacidade.
Fazer um resumo do livro do Waldemar Bakumenko pode ser problemático, você sabe, questão de direitos autorais. Mas eu tenho o livro de finais do Tsirik (alguns grafam Zirik), que é bem mais completo. O problema é saber onde o enfiei.
Grato pelo seu comentário