Este post só deverá interessar aos leitores que jogam damas e foi publicado originalmente no blog Lugar do Real, do Simbólico e do Imaginário. Aos não-damistas, leiam sem compromisso.
Meus Sinais foi um blog que fiz para registrar algumas das coisas em que dissipei meu tempo ao longo da existência. Uma dessas coisas foi o jogo de damas. Mas não se deve lamentar nenhum tempo dispensado à oxigenação da mente ainda mais quando nos trouxe amigos. Um desses amigos foi o Paulo Sodré, com quem joguei a partida hoje apresentada. Quando o conheci seu jogo era inferior ao meu. Eu ganhava algumas partidas dele. Mas num breve período a fera aguçou os sentidos até que, me recordo, eu pensei com meus botões: “Que está acontecendo? Não consigo mais ganhar dele!” Dali a algum tempo Sodré ganhava o Campeonato Carioca de Damas. Simplesmente era o melhor jogador do Rio de Janeiro. Eu estacionei.
Paulo Sodré x Luiz Lailo
1. c3-b4 b6-a5 2. b4-c5 d6:b4 3. a3:c5 f6-e5 4. b2-c3 g7-f6
5. g3-f4 e5:g3 6. h2:f4 f6-e5 7. f4:d6 c7:e5 8. c1-b2 e7-f6
9. c3-d4 e5:c3 10. d2:b4 a5:c3 11. b2:d4 h6-g5 12. c5-b6 a7:c5
13. d4:b6 f8-e7 14.a1-b2 h8-g7 15. b2-c3 g7-h6 16. f2-g3 b8-c7!
17. c3-d4!
e7:g5 h4:b2 e acabou-se o que era doce.
Veja, ao final do post Minha melhor partida de damas, como conseguir um software para acompanhar os lances acima.
